Nas vossas saídas à noite nunca deram convosco a pensar: “Tanta árvore de Natal ambulante“. Sim, aquelas pseudo-mulheres que se encontram na noite e que se reproduzem como malmequeres e se produzem como “amores-perfeitos”. São cada vez mais as crianças com cerca de 13 ou 14 anos que se vêem em discos ou bares e aparentam ter entre
16 – 20 anos. Vivem cada semana rodeadas de livros mas a pensar na roupa e nos sapatos para a festa do fim-de-semana seguinte. Desfilam em sapatos de 7 cm de altura, sacodem enormes extensões de cabelos, enchem soutiens com algodão, vestem cintos a que chamam saias e dançam sensualmente, aliciando os olhos dos homens que as vêem. Bebem porque é “in”. Fumam porque fica bem. Divertem-se com um “agora” e outro “daqui a um bocado” para terem que contar às amigas durante a semana. E abandonam estes locais quando o sol já se levantou e provavelmente os seus pais também para irem trabalhar. É literalmente a PDL.
E tu, já pensaste ser pai ou mãe amanhã? Eu já.
Esta realidade chega a tornar-se obscura, talvez porque “no meu tempo não era assim”, e a ideia de poder a vir ter filhos assim, seja simplesmente aterradora. E pior que isso, que tipo de pais serão estas crianças de hoje, num futuro mais longínquo? Não sei se já lhes está nos genes ou a culpa é simplesmente dos pais que permitem que este tipo de situações aconteçam. Todas as crianças devem viver cada idade a seu tempo. Serem crianças quando o devem ser, adolescentes na sua idade própria e depois adultos.
E a questão fica a pairar no ar é: Afinal de quem é a culpa? O que sentes ao saber que os teus filhos amanhã terão de lidar com estes “futuros adultos”? (Se é que algum dia o vão ser!)


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A culpa é da “explosão” (também chamada de evolução) dos meios de informação, que se deu nos últimos anos. Claro que também afectou os pais, e daí afectou também, obviamente, a educação que deram aos filhos. No fundo, é a evolução, e a única coisa que se pode fazer é ser-se “antiquado”, “retrógrado”, “cota”.
A culpa está muito no exagero, o que provoca extremos ao invés de pessoas normais.
Das raparigas da minha idade existem dois tipos, sendo que muito poucas se encontram no meio. Aquelas com liberdade, que saem, que bebem, que tudo isso que foi referido acima. E as que cujos pais não dão qualquer liberdade, e tornam.se pessoas de mente muito fechada, qualquer assunto sobre drogas, sexo etc causa confusão .
As poucas que se aproveitam são as do meio, têm liberdade dos pais (talvez porque demonstrem merecer esse respeito não?), sabem o que fazem, podem beber qualquer coisita mas nada de exageros, divertem-se, podem “comer” um ou outro lá de vez em quando mas sabem controlar-se.
Só não percebo é como é que alguns pais vêem aquilo que têm a frente e não tomam medidas, ás vezes uma simples conversa era suficiente.
Tiago
E como sempre a PDL a “tocar” em assuntos importantes… desta vez o meu comentário fica por aqui pois não irei apontar o dedo a ninguém devido a que, ás mais variadas situações implicam variados “criminosos” XD
Miguel
“enchem soutiens com algodão” afinal o algodão também engana…
Mais um artigo que da o que falar. Eu a meu ver, acho que é a evolução natural da juventude de hoje. Temos programas na televisão com miúdos (personagens) de 15 e 16 protagonizados por actores de 20 ou 23 (Gossip Girl ou 90210) o que provoca esses comportamentos. O mesmo acontece aqui, se as miúdas dos Morangos com Açúcar se vestem como se tivessem 30 anos, qual a reacção natural dos fãs? Copiam. E o problema também é uma questão de afirmação (tenho que fazer o que “ela faz” e tenho que “ter o que ela tem” e tenho que andar bem arranjada como “ela”). Quem diz ela diz ele . . .
As miúdas procuram o “amor da vida delas” nas discos aos Sábados, e eles só querem uma queca fácil. É tudo uma corrida, quem perde a virgindade primeiro, quem dorme com mais que o outro.. e o que realmente importa deixam de lado.
Está tudo perdido.
João Simões disse
LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL
A minha opinião é que tudo isto é uma consequência do tempo em que vivemos e não só dos meios de comunicação, como diz o Flávio…
Com esta geração veio também uma nova maneira de pensar, tudo menos conservadora. Claro que todas as novas gerações têm a sua dose qb de rebeldia, mas esta vive numa aldeia global em que tudo está banalizado!
Se olharmos para trás (não muito… digamos 5 anos), os pais ainda tinham muito aquela mentalidade de proteger as filhas raparigas. Agora os pais têm outra opinião, mais um “deixa-as divertir”…
Contudo, acho que eles perderam um bocadinho a noção do mundo a sua volta, e não se aperceberam que coisas como álcool, tabaco, drogas e sexo são muito menos tabu do que no seu tempo.
Acho que se os pais perdessem essa ilusão de inocência, não deixariam as tais “árvores de natal” saírem tanto à noite…
Hoje em dia não saio mto à noite, mas a verdade é que quando saio é com o tipo de cenário descrito, que me deparo. E não, não escolho mal os sítios que frequento porque isto é em todo lado… “Eles andam ai!”
Já cheguei a frequentar sítios que na altura adorava e hoje estão infestados com estas pseudo-pessoas que por sua vez são todos fotocópias andantes umas das outras.
Já não se sabe ser autêntico, não se sabe ser diferente… Às vezes arrisco dizer, é tão bom ser diferente…! E até nas escolas isso se vê… Só vemos “morangos betos” ou “tokios hoteis”…
Posso mudar muito, quem sabe, mas um dia que tenha uma filha, qdo ela sair, eu hei-de olhar para ela primeiro e e lembrar-me do que foi aqui escrito hoje… E ela não há-de sair de casa com camisola de gola alta e a mala atafulhada de top’s que depois as vejo vestir nos WC’s das discos… Ou sapatos que as vejo trocar às portas das discos antes de entrar!
Enfim, a decadência tem limites!
Lee disse
A verdade e que nem a decadência tem limites hoje em dia… Os jovens (tou a falar como se fosse um cota) fazem praticamente de tudo para serem conhecidos/populares por entre os colegas…
Acho que a popularidade social é uma coisa estupidamente valorizada. Essas pessoas fazem tudo para se fazerem notar, apesar de de no fundo serem um recipiente oco sem carácter ou personalidade própria… apenas um estereotipo ambulante.
Como se isso não chegasse criticam e gozam com os “anti-sociais” que fazem pela vida, estudam, e um dia são reconhecidos pela sua contribuição para a sociedade.
Já me deparei várias vezes com isso e tem vezes que fico
e a pensar como é possível os pais de hoje em dia darem tanta liberdade aos filhos :S
Eu sou novo ainda (21 anos) e não tenho filhos, mas um dia quando tiver um filho, coisa que não irei dar é tanta liberdade como muitos pais dão agora, porque há que haver uma “mão firme” em casa e meter regras aos filhos, não é deixar por exemplo uma garota de 13 ou 14 anos ir para a discoteca e só aparecer em casa às 6h da matina, quanto não é ainda mais tarde.
Epa não entendo como há tanto pai a dar tanta liberdade aos filhos :/ E eu digo deixarem ir garotas de 13 e 14 anos à discoteca, porque em Aveiro há pelo menos uma discoteca em que acontece isso, ver garotas e garotos dessas idades lá.
E algo que me irrita é ver garotos e garotas hoje em dia que se acham bastante adultos, enfim.
Okay, o comentário que se segue vai ser longo. It’s okay to ‘tl;dr’ it. haha
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A minha perspectiva sobre o assunto mudou desde que fui em Erasmus para Inglaterra. Há 4 meses atrás concordaria com tudo o que foi dito e provavelmente seria bastante mais insultuosa em relação a essas pessoas. Mas a verdade é que, embora continue a concordar que NUNCA na vida deixava uma criança de 13/14/15 anos sair à noite, quando se chega a uma certa idade há certas liberdades que vão crescendo.
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Por exemplo, quando tivesse um filho (ou uma filha, não há diferença entre mim em relação a sexo) de 16 anos ele teria uma ‘hora de recolher’ implícita. Claro que não ia poder sair até às 7h da manhã, mas 2h é bastante razoável para um adolescente de 16 anos. Sejamos realistas, com 16 anos já sabemos distinguir bem do mal, se tivermos a educação correcta por trás. Com 17 anos aumentava um bocadinho, uma hora ou duas. Não digo que seja especificamente algo definido pela idade, mas ao longo dos meses vai aumentando até porque eles próprios vão saber se orientar melhor por essas horas e saídas nocturnas. A única coisa que não concordaria nunca é deixar alguém que ainda está no secundário sair noutra noite que seja Sexta ou Sábado para lá da meia noite. As bases que o ensino secundário dá são muito importantes.
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Mas em relação às raparigas e rapazes das discotecas. Sinceramente só fui umas 4 vezes à discoteca em Portugal. Aos bares que vou semanalmente é tudo muito casual, por isso não há cá ‘exageros’. Mas em Inglaterra os exageros são muito maiores e, se calhar, é porque tantas culturas se juntam cá. Costumo ir sair com canadianos e australianos às discotecas ‘universitárias’ da zona. É muito diferente do que sequer descrevem no post acima.
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Há 4 meses atrás ia para discotecas de sapatilhas, uma tshirt e jeans. Agora a mentalidade parece que mudou. Tenho namorado, não me atiro a ninguém, muito longe disso, mas gosto de sair arranjada, maquilhagem e sapatos de tacão alto (e não, não são de 7cm. Isso é para meninas, são de 13cm, que eu contei. Parece assustador, eu sei. Mas habituamos-nos a isso, porque a atmosfera impele-nos a entrar na cultura que os ingleses têm). Não o faço porque sou uma daquelas pitas que gostam é de contar quantos gajos comeram numa semana. Longe disso. Saio com o meu grupo de amigos, dançamos, bebemos (muito, por acaso. Mas torna tudo mais divertido, to be honest) e apanhamos o taxi para casa para não termos de andar a cambalear pelas ruas à procura da paragem de autocarro.
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Suponho que seja mais fácil para nós porque vivemos quase todos juntos, nas residências. Mas de qualquer forma a nossa maneira de ir sair ou de nos vestirmos não nos torna uns coelhinhos (as) quaisqueres. Tenho boas notas (pelos vistos até tive uma hoje tão boa que toda a gente na recepção do departamento me estava a dar os parabéns. Mas o sistema de notas é diferente e ainda não percebo muito bem como funciona xD), pertenço ao clube mais awesome e geek de sempre (SciFi and Fantasy Society «3), falo com os meus pais no skype todas as noites (e manhãs. Ugh!) e passo muitas das noites em casa a jogar Plants VS Zombies e Heroes of Might and Magic III porque às vezes não me apetece beber nem sair.
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Basicamente, olhando à volta para os para aí 40% de pessoas que saem à noite várias vezes por semana e os outros que são mais casuais, acho que, como futura adulta (com 20 anos não me considero propriamente uma adulta nem nada que se pareça) não acho que esta nova geração seja assim tão má. Lembrem-se que há 40 anos atrás os nossos avós provavelmente pensavam a mesma coisa da geração dos nossos pais, e eles saíram-se bastante bem. Temos de considerar que estas crianças maluquinhas que vão à discoteca vão eventualmente transformar-se em pessoas com 30/40/50 anos. Eventualmente, com a selecção natural e tudo xD, os que realmente evoluíram dessa adolescência rebelde vão construir o nosso futuro e, até agora, ambientalismo à parte, não houve muitas épocas em que andássemos para trás.
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i don’t know anymore. Já escrevi tanto que a minha cabeça já está meia marada. Não sei fazer uma conclusão de jeito ao meu ponto de vista xD Anyway, é por isto que eu gosto do PDL. Vocês lembram-se de cada coisa! Põem-me mesmo em pulgas para responder, concordando ou não com a vossa opinião x)
LOOOOOOL. Não pensei que tinha escrito assim tanto. OMG. xD xD
Eu vou parar de fazer comentários. As pessoas ainda se assustam comigo ._.
Só uma coisa:
http://www.joaosilas.net/as-pitas-da-moda/
[...] dizer ao autor deste texto que tem todo o meu apoio, acho que a coisa foi bem descrita. Uma vénia ao [...]
Retirei-me oficialmente de idas a discotecas à cerca de 2 anos. Não estou sequer por dentro do assunto.
Ora bem…
Sinceramente acho a educação bastante importante na formação de um ser… E sim, os pais teem bastante influencia no ser do filho de amanha…!
E depois claro, pra ter mais k akela teem k ser melhores! Se akela parece um fantoche eu pra ter mais tenho k ser fantoche e meio!
E depois é tbm complicado, se existem 7 mulheres e meia pra cada homem… A concorrencia é sempre apertada xD
Desculpem o texto…e sejam tolerantes
Afinal só escrevo uma vez por ano!! xD
Depois de muito hesitar, aqui vai a minha… Opinião, claro
Acredito k o hoje essas garotas terem essa forma de estar e ser é culpa dos pais, não pela falta de educação, mas pela forma de educar diferente..!
Ontem, nossos pais não tinham liberdade nenhuma, principalmente as mulheres k s pusessem mais do k 1 vez por dia os pés fora de casa sem ser para trabalhar, já eram umas vadias e umas meninas da vida na boca do “povinho”… É na fase adulta dessas meninas de ontem k surge a mudança nas de hoje…! Só k do não terem nada, deram tudo…! Esse é o erro… Excessos!
Em relação ás meninas vestirem-se k nem fantoches e fazrem lá akelas danças a k chamam sensuais (pra mim de sensual não tem nada xD mas há kem goste ), tenho uma explicação! Acho eu… xD
Isto é por fases… Nesta é kuando se descobre k a “passarinha” não serve só pra fazer xixi (desculpando-m o termo), então kerem kuantidade!! Acham k ter muitos homens é k é bom… Kualidade não é preciso!!
Comecei a ter consciencia deste meu “achado” quando tou eu no meu cantinho sossegadinha numa varanda de uma disco e eis k vejo passar ah minha frente uma chavalita com a cara ensanguentada… A minha curiosidade fez-m perguntar o sucedido e dizem-me:
“ Esta e uma amiga vieram pra aki curtir, kuando entram a outra diz “ ai e tal akele gajo vai ser meu esta noite…”, mas acontece k a amiga aos olhos do moçoilo devia tar mais afantochada e interessou-se por ela…! Curtiram…! Entretanto essa tal do “ensanguamento” vai ah casa de banho e a outra por ciume ou lá o kê vai atras dela e não tem mais nada… Espeta-lhe com um copo na cabeça! È caso pra dizer, amigas amigas negocios á parte!”
Mas acreditem, estas miudas simplesmente tão a passar uma fase, adolescencia… Mais maduras tornar-se-ao diferentes… Oh pah, com muitos kilometros… Mas com outra cabeça… E aí será a outra fase, a da kualidade! Já não se importarão com kuantidade…!
Na questão dos filhos… Eu se um dia não os tiver, não será por estas situaçoes, mas por outras k teem k ser tratadas noutro post xD Pk se eu der uma boa educação, mesmo com a liberdade necessaria, os meus filhos seguirão o que eu edukei… E desta forma não será de certeza…!
Infancias perdidas, com 10 anos ainda nem sabia o que era um computador andava a andar de bicicleta e sempre na rua, a fazer cabanas, etc , por vezes nem almoçava, e todas os meus amigos que tiveram cmg na infancia ng fuma droga, bebe em exagero e anda todo fdd por aí…
O que se ve agora são mentalidades fracas… que se deixam influenciar, etc
Bijuka, perdeste a razão toda que poderias ter ao falar à pita. Que tristeza!
ritinha disse
Não precisas ofender te
A culpa é dos pais … que não sabem educacar os filhos e as filhas… é revoltante ver miúdos(as) com14 anos em coma alcoolicos e quando os pais os acompanham ao hospital… referem o problema como paragem de digestão… e Culpa tbm está nos proprietários dos clubes nocturnos que não exigem identificação… os lucros estão primeiro … e por fim das autoridades que não fiscalizem estes estabelecimentos…
BiJUka disse
Não estou a ofender. Se lesses o estupidamente longo texto que eu escrevi, eu apoio o que tu escreves. Mas não é possível tirar a ideia às pessoas que nem toda a gente que se veste/age assim não precisa de ser uma porquinha qualquer que se faz a tudo o que tem um órgão masculino e não tem nada na cabeça, se escrevermos como uma miúda de 13 anos numa mensagem de telemóvel. … Né?
Andreia disse
Ui, como eu concordo contigo. Tenho 20 anos e, mesmo assim, por tudo o que era bar quando estive em Inglaterra pediam-me o BI. E avisam mesmo na entrada, se parece que tens menos de 25 anos, vais mostrar identificação. Só assim evitam ter menores a beber em sítios públicos.
Irrita-me bastante que o meu primo tenha 15 anos e tenha amigos que vão todas as semanas para a discoteca beber e andarem aos beijos com desconhecidos. E o pior é que algumas maezinhas levam-nos mesmo à porta da discoteca o.O
Ora bem!!
Eu, como qualquer outra pessoa fala de um modo geral, mas todas essas pessoas teem consciencia que existem várias excepções! Por isso, quando se tem consciencia do que se não é ou é… Tudo tranquilo!
Tamos em Portugal querida!!
E sabemos que temos uma mentalidade muito aquém dos outros paises! Agora tu, nós desta geração podemos mudar essa mentalidade e aí sim chegarmos a poder-nos comparar com outros países!
Em relação ao levar os filhos á disco ou ir buscar… Até, numa opinião sincera acho muito bem!! Desde que se interessem saber ou ver de que forma eles entram na disco!
Em Inglaterra podem pedir os BI’s nas discos, mas isso a “confusão” do país fora delas?! Mas isso… fica pra outro post
Eu sou defensor total dos colégios internatos para raparigas… Alguem conhece um que precise de director!? ahah
KuriDesu disse
Agora a falar muito sério!? Fico estúpido com a quantidade de pitas e chavalos que se vêm na noite!!! E atenção que não sou nenhum velhote… Só tenho 23 anos e decidi aos 20 deixar a cena das discos. Relação qualidade /preço do serviço muito má… Ao que se paga era de esperar mais qualquer coisa… E depois queixam-se que (no caso do Porto) a ZonaIndustrial anda fraca, e as discos têm pouca clientela… As casas continuam a encher, só que de pitas que não se podem mexer, senão cai-lhes a maquilhagem ao chão… Chavalos que dão 2 goladas num vodka rasca (do minipreço) e ficam bebedos e outras cenas assim!!! “O negócio tá mau”…tá mau porque preferem apostar na “rasquice” para meter a meninada que gasta 10/15€ numa noite, em vez de se esforçarem para colocar no seu espaço, clientes que gastem 40/50€ numa noite!!! A culpa é dos pais que deixam…dos meninos e das meninas que querem, e das “casas” que não se importam de ter a casa cheia com menores de idade, só porque parece bem, ter a casa cheia!!!
que porcaria
o meu comentario ja vai um bocado fora do tempo mas e so para dizer que ja vi muitas cenas deprimentes mas digo uma coisa se essas pitas vao a discos tendo apenas 13 ou 14 anos comem tudo o que se mexa (digo isto porque ja vi) desculpem o que vou dizer mas acreditem ou sei de muitas que arranjao guito para sairem a noite a pala da prostituiçâo, tendo apenas 13/14 anos eu que tenho apenas 18 anos nunca tive liberdade para sair a noite so quando fiz 18 anos fiquei livre, eu esperei ate aos 18 anos e nao morri , tambem e claro que quem me criou foram os meus avos por isso e que tenho uma mentalidade diferente do pessoal da minha idade, que so pensa em putas e vinho verde, entao na escola que eu andava e uma xunguise que ate mete nojo esse pessoal devia parar para pensar a nao ser que a droga e o acool ja nao tenha fritado equeles miolos todos
e o mais emgracado e que muitas miudas gostao disso, so se dao bem com pessoal assim e o pessoal nao tem escrito parvo na testa e aproveitao agora digao uma coisa com franquesa se viesse um homem falar com voces e dissese ( OLHA COMI A TUA MAE ATE PERDER A CONTA QUANDO ELA TINHA 13/14/15ANOS ) o que faziao ficavao xocados mãe é mãe e saber que ela cumia todos e mais algum. agora tentem imaginar os filhos delas que provalvelmente tinhao uma boa imagem da propria mãe e mais ficando a saber disso pensao, bem se a minha mãe fez isso com a minha idade tambem posso fazer ja que quando ela tinha a mesma idade que eu, fazia. Assim o ciclo passa de pais para filhos mas eu sei que nem toda a jente e assim mas sei de casos que isto acontece e ainda á pior mães e filhas nao prostituição como fossem colegas agora digao se isto que eu disse nao e verdadeiro e o mais emgracado e que tem tudo a ver com o que se fala aqui ja que vi tudo isto a acontecer a noite em discos e nas redondesas!!!
va fiquem bem .
essa das mâes e filhas a venderem o corpo por uns trocos so vi uma vez mas o resto e quase todos os dias
Um dos motivos consiste no facto de os pais passarem cada vez menos tempo com os filhos, por causa do emprego ou, em alguns casos, dos múltiplos “empregos” que têm. Daí que quando estão com os seus filhos, consideram que a melhor maneira de aproveitarem o tempo não é dar-lhes um sermão ou um puxão de orelhas pelo que fizeram de errado, mas sim compensa-los com brinquedos e principalmente com um maior grau de liberdade, pois pensam que a felicidade deles é tanto maior quando maior for a liberdade para se divertirem!
Contudo, considero que em casos extremos, o excesso de liberdade é a razão inversa dos valores pessoais (quase ausentes nestes adolescentes de actualmente)